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currículo artístico

Rafael Barros é um artista portovelhense, partindo do Núcleo de Pesquisa em Artes Cênicas e Dança Contemporânea do Sesc RO entre 2012-15. É ator, performer, dramaturgo e artista visual. Atualmente faz a coordenação, curadoria e programação de ações pedagógica do Festival Internacional de Teatro de Guajará-Mirim (FESTINAÇU) em Rondônia, na cidade fronteiriça entre BrasilxBolívia. É produtor-monitor do Festival Amazônico de Teatro, em Vilhena - RO. 

Participou dos seguintes festivais, respectivamente: Festival Internacional de Teatro de Guajará-Mirim (RO), Mostra Tapiri de Breve Cenas e Monólogos (RO), FECTA - Festival de Esquetes da Cia. Teatral Acontece (CE), Festival Amazônia Encena na Rua (RO), Festival Matias de Teatro de Rua (AC), FESTA - Festival Nacional de Teatro de Araguari (MG), Festival Unir de Arte e Cultura (RO), Circuito Ativo (AM), XVI FACE - Festival de Artes Cênicas de Conselheiro Lafaiete (MG), Festival Amazônico de Monólogos e Breve Cenas (RO), Festival 2inSolo (RJ), FEVERESTIVAL - Festival Internacional de Teatro de Campinas (SP), 19FEIA - Festival do Instituto de Artes da Unicamp (SP), Mostra Sesc de Performance (RO) e FETEG 4º ATO (MG) - além de compor programações do Palco Giratório RO como artista convidado.

 

Circulou garimpos do estado de RO com o espetáculo "A Ópera do Beradeiro", direção de Fabiano Barros, dramaturgia de Francis Madson e contemplado pelo prêmio Funarte Myrian Muniz de Teatro 2014. Em 2018 circula pelo Sesc Amazônia das Artes com a intervenção urbana (IN)visibilidade. Nas Artes Cênicas ganhou prêmio de Melhor Ator de Rua e Melhor Espetáculo de Rua (FACE/MG-2016); Melhor Visualidade Espacial e Ator Revelação (FETEG/MG-2019); indicado a Ator Revelação e Melhor Texto (FECTA-CE-2015); Melhor Direção de Rua, Melhor Figurino Palco Alternativo, Melhor Ator Palco Alternativo (FACE/MG-2016); Melhor Ator (FESTA/MG-2016); Melhor Visualidade Corpórea, Urgência Discursiva, Melhor Ator e Pesquisa de Linguagem (FETEG/MG-2019). 

Pesquisa no campo visual com o projeto Norte-Colônia, fruto de Residência na Casa B, projeto de residência artística do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea/RJ, tendo também um artigo publicado pelo museu. Norte-Colônia ficou exposto na Casa B/RJ durante 11 meses e tendo 2 meses na Galeria de Artes do Sesc Rondônia. Retornou à Casa B em 2019 para uma nova imersão, contemplado pelo Prêmio de Teatro Jango Rodrigues do Governo do Estado de Rondônia.

No cinema, pesquisa e produz o shortfilm Imersão, fruto da Norte-Colônia - já exibido em Cordóba/Argentina no Mercado de Arte e em Asunción/Paraguay no Temporal Festival de Arte. Em 2017 participa como ator do shortfilm "Que Assim Seja" com direção de Érica Pascoal, vencedor do Troféu Mapinguari de Melhor Produção Rondoniense de 2017 do Festival Cine Amazônia, em Porto Velho/RO.

Coordena e produz o circuito Cuia Contemporânea, circuito de atividades formativas com artistas das artes cênicas - com 2 duas edições em RO integrando artistas de RO, AM e SP. 

É facilitador em cursos/oficinas e diretor artístico na Escola MANAFLOR, na cidade de Guajará-Mirim. A escola é vinculada à Associação Cultural Waraji e tem direção geral de Paulo Santos.

resumido

© 2019 por Cuia Produções

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